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IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES DE DETECÇÃO DE VAZAMENTO DE FLUIDOS FRIGORÍFICOS

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Nos últimos anos um dos maiores inventos da engenharia foi o desenvolvimento e crescimento do setor HVAC. É difícil imaginar o modo atual de vida sem estes sistemas, que são utilizados para diversas aplicações na refrigeração industrial, comercial e doméstica. No entanto, um dos principais desafios tem sido a obtenção de sistemas HVAC minimamente selados, no qual o fluido frigorífico permaneça restrito ao circuito de refrigeração, sem vazamentos para atmosfera.

Em todo sistema HVAC que trabalhe pressurizado podem ocorrer vazamentos, que acontecem devido às “falhas” que podem ocorrer em cada tipo de junção, seja em uma conexão do tipo flange, seja em uma conexão do tipo brasada. O tamanho do vazamento pode variar de gramas por ano a quilogramas por segundo. Mesmo com a utilização de tecnologias de detecção mais avançadas (de maior sensibilidade), alguns vazamentos podem ser muito pequenos ou apresentar difícil localização para serem detectados. Se determinadas influências internas ou externas estiverem presentes em um sistema HVAC, devido à tensão térmica ou ambiental e também devido à vibração, será uma questão de tempo para que um vazamento de menor proporção atinja um maior nível até se tornar detectável.

Um vazamento é simplesmente descrito como o caminho físico (fenda, furo ou imperfeição) pelo qual o fluido frigorífico possa passar. Um sistema de refrigeração é considerado à prova de vazamentos se a taxa de vazamento admissível não for excedida. Valores de taxas de vazamentos podem ser encontrados no regulamento da União Europeia F-gas nº 517/2014.

No setor de HVAC componentes e sistemas devem ser constantemente testados contra vazamentos, para garantir que estejam abaixo dos limites especificados. Diversos regulamentos internacionais estão em vigor para conter, prevenir e reduzir as emissões de fluidos frigoríficos, seja de substâncias que destroem a camada de ozônio (SDOs), no âmbito do Protocolo de Montreal, seja de gases fluorados que contribuem com o efeito estufa, no âmbito do Protocolo de Quioto.

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